domingo, 3 de agosto de 2014

Passeio de Domingo.


Apesar do dia de ontem ter sido terrível, hoje acordamos com sol e revelou-se uma manhã excelente para andar de bicicleta.
Apareceram 4 ciclistas dispostos a regressar à zona Oriental do Porto e aos nossos percursos culturais :), o que implicava também fazer o caminho que tentamos descobrir a semana passada.
A saída foi pouco depois das 9h e a primeira paragem foi na bomba de gasolina, não porque devido a tantas subidas tivéssemos optado pela mota mas porque era necessário encher os pneus da bicicleta.
Feito isso foi pedalar pelo Catassol até S. Mamede, passar o Amial, Jardim d'Arca de Água, viramos em Damião de Góis, passamos o Marquês e tomamos a rua da Alegria. Um pouco mais à frente viramos na Rua Monte dos Congregados que sobe bastante, algo que não admira pois íamos para o ponto mais elevado da cidade do Porto, rua do Monte Tadeu. Aqui deixamos as bicicletas e subimos as escadas até aos depósitos de abastecimento de água, para ver as vistas. 
Regressamos às bicicletas para andar pouco já que fomos ver a paisagem no miradouro ao fundo da travessa do Monte Tadeu, onde pudemos contar com a explicação de um morador e maravilharmos-nos com a parte de trás do edifício da Cooperativa dos Pedreiros que parece um castelo do "Senhor dos Anéis".
De seguida voltamos à rua da Alegria e mais à frente subimos novamente, agora para a Cooperativa dos Pedreiros, para terminar a contemplação :) e que demorou algum tempo.
Voltando às bicicletas, ainda entramos no parque da discoteca Eskada para o conhecer e seguidamente apanhamos a rua Anselmo Braancamp onde apreciamos algumas construções, rua da Firmeza e Jardim da Moreda onde fotografamos a escultura em homenagem ao viajante. Neste jardim começamos por ouvir de um transeunte que não se podia andar por cima do passeio :) mas depois de alguma conversa completou com o conselho de irmos ver a fonte de Mija Velhas e como uns conheciam e outros não, lá fomos, pois fica dentro da estação do metro de 24 de Agosto.
A paragem seguinte foi nos Salesianos, junto ao Prado do Repouso, para admirar as pontes e o rio Douro, descemos até às Fontainhas, onde haveríamos de voltar e subimos para a rua do Heroísmo e viramos para a rua Barão de Nova Sintra, como estava planeado desde o inicio, para descermos até ao rio por caminhos que passam por baixo da ponte do S. João, ao mesmo tempo que procuramos explorar um pouco a zona e a antiga linha para a Alfandega. Esta descida tem zonas muito inclinadas com pedras muito polidas e com alguma erva, para além de ser sinuosa, o que a torna um pouco difícil por as rodas derraparem, no entanto lá se fez sem novidades que é como quem diz, tombos.
Quando chegamos à marginal fomos em direcção ao Porto mas um pouco depois dos fornos de cal, subimos a calçada da Carquejeiras (antiga calçada da Corticeira) que teve que ser feita a pé. Uma vez no cimo tínhamos regressado às Fontainhas, seguindo para a praça da Batalha, onde paramos algum tempo. Depois foi subir Sta Catarina, Marquês, Costa Cabral, Areosa, Pedrouços, atravessando a Casa do Alto e descer para Milheirós onde já ficou um, rotunda do Lidl, onde ficou outro e por fim, centro da Maia.
Foram cerca de 34km, feitos as um ritmo bastante baixo, com muitas paragens com que fez chegássemos a casa pelas 13h30m.
* versão corrigida :)



1 comentário:

  1. Em vez de "Monte dos Burgos" leia-se "Amial", ponte de "S. João" em vez de ponte do Freixo, calçada das Carquejeiras (vulgo calçada da Corticeira). ;-)

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