Neste 1º domingo acertado para a hora de inverno compareceram
pontualmente 3+2 ciclistas, +/- dispostos, a aproveitar o céu limpo para observar
a belas vistas panorâmicas que se apresentam nos arredores pelo que se anuncia
de imediato a intenção de rumar a Vilar de Luz para alcançar o respetivo posto (meco)
de observação.
Dada a partida, voluntariosa mas não imperiosa, eis que um
dos elementos decide rumar a outras vistas quiçá com horizontes mais “esplanados”
consolidando-se a comitiva a 4 ciclistas.
De modo a alcançar-se o referido meco pela via mais suave, usaram-se
acessos mais ou menos lisos, livres de trânsito e declive gradual o que
consequentemente prolongou o tempo de deslocação até se obter estas vistas:
Consoladas as vistas, e porque havia sede de trilhos,
inicia-se a descida rumo e ao longo do vale em direção a Covelas e tendo-se rapidamente
alcançado a capela de S. Gonçalo decide-se rumar na direção de S. Pantaleão. No
entanto, e perante a inexistência de viadutos, para transpor os desníveis que
se nos apresentavam decidiu-se, assim que transposta a via-férrea em Portela,
tirar azimutes pelos trilhos que nos permitiram atravessar os montes e vales
anteriormente observados.
Aqui chegados, e porque ainda restava tempo, enfrenta-se a
última subida até às imediações do parque de S. Pedro de Avioso não sem antes,
e sempre por trilhos, atravessar a N 14 e o vale na zona do Muro.
Sendo que o restante caminho rumo a casa, por usual e, do conhecimento
dos leitores/pedaladores habituais, se resume a um exercício de revisitação.


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