domingo, 9 de novembro de 2014

Porque hoje é domingo.


Hoje o sol raiava pela manhã, contrastando com os últimos dias mas só apareceram 3 ciclistas para o passeio e não foi por causa do tempo mas por compromissos já assumidos.
Após o café e no breve briefing feito, passava um pouco das 9h, decidimos fazer o passeio clássico pelos 3 concelhos, Maia, Matosinhos e Porto mas já a pedalar pensou-se em mudar e percorrer o Caminho Português entre a Maia e S. Pedro de Rates, algo prontamente aceite, até porque havia quem nunca o tivesse feito.
Assim começamos a seguir as famosas setas amarelas ao mesmo tempo que algumas nuvens iam escurecendo e antes de Vilarinho já estávamos a lavar as bicicletas, algo que teria sido útil no fim da jornada, mas a verdade é que foi apenas uns minutos e depois o tempo esteve sempre bom para pedalar.
Depois da bonita ponte de D. Zameiro, sobre o rio Ave e da respeitável subida que vem a seguir, é que começam os caminhos rurais e embora bastante mais bonitos fomos encontrando alguma lama, como é natural já que tanto o rio Ave como o rio Este se encontravam com um caudal elevado que são reflexo das chuvas que têm caído.
Chegados a S. Pedro de Rates e após a passagem pela estátua de Tomé de Sousa, primeiro Governador-Geral do Brasil, fomos parar em frente à bonita igreja românica, onde comemos os suprimentos que sempre levamos.
Como ainda não eram 11h resolvemos fazer a ciclovia do antigo ramal entre a Póvoa de Varzim e Famalicão, em direcção a Famalicão. Estes caminhos são sempre bonitos mas já sabiamos que iamos encontrar alguma lama pois já lá passamos nesta época de chuvas, algo que nos deixou num estado lastimável :).
Chegados a Famalicão, uns minutos antes das 12h e apesar da boa média que estávamos a fazer, rumamos sem paragens para a Maia, onde chegamos pelas 13h15m, já um pouco cansados.
Fizemos 66,5 km a uma média de 18,6 km/h, o que resultou em 3h34m a pedalar e acabamos por passar em 5 concelhos, Maia, Vila do Conde, Póvoa de Varzim, Famalicão e Trofa, numa manhã que se revelou espectacular.
Desta vez não levamos câmara de filmar e como não houve quedas concluímos, à boa maneira de algumas sondagens que encontramos no facebook, que está encontrada a causa :) De qualquer forma e se fosse colocada atrás, como nas duas ultimas vezes, a lama ia impedir de se ver o que quer que seja.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Domingo, dia 2 de Novembro.

O mês de Novembro começou com bastantes ameaças de mau tempo mas a manhã de domingo estava calma e boa para pedalar, assim apareceram 5 ciclistas à hora habitual para fazer um passeio pela Maia e uma bicicleta para ser estreada e que se portou à altura. :)
A direcção tomada foi pela zona industrial e depois as bicicletas foram orientadas para a freguesia de Sta Maria de Avioso, onde houve um furo que obrigou a substituir uma câmara de ar e apenas havia uma bomba que não funcionava da forma mais eficaz. Resolvido o problema o passeio foi retomado em direcção ao parque de Avioso. Após o natural passeio pelo parque fomos à procura de uma bomba de gasolina para encher melhor o pneu porque a descida ia ter muitas pedras e ele não estando bem cheio, ia furar. Embora o adaptador não tenha resultado, a verdade é que o pneu acabou por ficar com ar suficiente para o terreno que pretendíamos.
Após este desvio foi feita a descida em que o esquecimento de activar o amortecedor da frente deu origem a uma tentativa de segurar o guiador com apenas uma mão, o que numa descida em terreno pedregoso não é recomendável :) e o resultado de não querer parar para o fazer foi uma queda que com a da semana passada, já há o perigo de se tornar uma tradição.... que urge acabar :)
O resto do passeio decorreu sem problemas, embora com tantas vicissitudes apenas tenha sido de 30km mas conseguimos chegar a casa pelas 13h e antes do temporal que se abateu após pouco mais de meia hora.
Há semelhança da semana passada a câmara foi levada e colocada virada para trás e como esse amortecedor sofre uma trepidação muito grande, acaba por ficar em alguns momentos uma imagem pouco estável e por isso também pouco nítida, embora este posicionamento dê uma perspectiva diferente do habitual e por isso muito interessante. 

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Afurada

como é que em tantos passeio por estas bandas, este local tenha passado despercebido?

ADEGA RIO DOURO (Afurada)
Pastelão de sardinhas e iscas de bacalhau 
O fado é, por assim dizer, uma espécie de apêndice que deu notoriedade à casa, mas o mais importante é, como facilmente se constata à primeira vista, a dona Piedade. Daí que o nome oficial seja praticamente ignorado e o local quase sempre referido como a Adega da Piedade. É ela quem comanda o negócio, impõe o ritmo e, mais importante de tudo, toma conta da cozinha de onde saem deliciosos e diversificados petiscos que costumam atrair a clientela a partir de meados da tarde.
O cheiro a cominhos do tacho de bucho que vem da cozinha ainda a borbulhar não deixa margem para dúvidas. Mas há também rojões, fêveras, bolinhos, panados, rissóis e outras iguarias que diariamente se repetem segundo a imaginação e disponibilidade de produtos da cozinheira. E como além dos fogões é também competente e acolhedora anfitriã, o melhor é mesmo seguir as suas sugestões. "Ó filhinho, isso hoje não há, mas as fêveras estão muito boas." Para bom entendedor...
Imperdíveis são mesmo o pastelão de sardinhas (ou de filete) e as iscas de bacalhau, daquelas saborosas e escorridas, com polme à séria como já é raro encontrar-se.
Para além dos comes e bebes, todas as terças à tarde há uma atracção extra: o fado vadio que ali se pratica há mais de 30 anos e se tornou já num costume enraizado. Daí o quadro, colorido e de estilo popular, a retratar Amália na sua juventude que domina a decoração, acolitado por xailes e outros adereços alusivos ao mundo fadista.
Mesas e banquinhos de madeira pintados de preto, tal como o soalho, a compor o ambiente de estilo asseado e acolhedor e com vista para a mansidão do Douro que ali em frente se apressa a chegar à foz.
A tudo acresce ainda a localização privilegiada. Uma espécie de balcão sobre o rio, cujo espaço exterior funciona também como esplanada e de onde se contempla o vai-e-vem incansável do Flor do Gás nas suas travessias até à Afurada.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

domingo, 26.10.2014

Mais uma manhã de sol radioso mas o encontro não foi muito cedo porque no dia anterior houve um jantar do grupo, prolongado. Assim, pelas 9h, o pessoal foi chegando e compareceram 7.
Para começar bem a manhã nada como uma câmara de ar com a válvula cortada, após a substituição lá fomos em direcção ao mar.
Atravessamos a zona industrial e fomos apanhar a N13, indo por ela até à Azurara, onde flectimos para a praia. 
A manhã estava excelente e havia muitas pessoas a fazer surf, a caminhar, a apanhar sol e até mesmo a tomar banho.
Fizemos toda essa costa no regresso até à Maia, em alguns lugares pelo passadiço, parando na esplanada do café Fernando, em Mindelo, para uma bebida e alguma cavaqueira.
De seguida fomos em direcção ao Castro de S. Paio onde houve uma pequena queda, na lama e seguimos por Angeiras, Perafita e Av. do aeroporto até à Maia.
Desta vez levamos a câmara, para experimentar e aqui fica um resumo da manhã:
Depois comparem e digam da vossa justiça.


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Domingo, 19 de Outubro




Mais uma vez apareceram 6 ciclistas a aproveitar esta manhã de sol e constatamos com agrado a assiduidade das 3 novas contratações :)
Bom, saímos um pouco depois das 9h com a firme certeza que o passeio ia ser mais curto do que o da semana passada, até porque havia que chegar pelas 12h30m, para bem da nossa saúde.
Decidimos que o destino seria a beira-rio e então resolvemos fazer uns caminhos pelo lado de Gaia.
Assim, saímos da Maia pela Ponte da Pedra, atravessamos S. Mamede, Paranhos e chegamos à rua de Costa Cabral. Depois passamos pelo Marques, descemos a rua da Alegria até aos Poveiros, rua de Entreparedes, rua Alexandre Herculano e atravessamos a ponte do Infante. 
Já do lado de Gaia descemos até ao cais de Quebrantões, apreciamos a vista até ao Areinho e rumamos pela marginal de Gaia passando por baixo das pontes de D. Maria e Infante, parando para ver a igreja arruinada do Sr D'Além que já estava a ser admirada por uns turistas, seguimos até chegarmos à ponte de D. Luís.
Continuamos pela marginal de Gaia e fizemos um caminho rural entre armazéns de Vinho do Porto
, quase invisível por quem estiver do lado do Porto, na Alfandega Nova.
Terminado esse caminho subimos até ao lugar da Bateria onde temos uma vista esplêndida e depois voltamos à marginal por caminhos rurais que tiveram que ser feitos a pé, com cuidado, tal era a quantidade de musgo que estava a envolver as pedras dessa descida.
Uma vez na marginal e como já eram 11h30m, iniciamos o regresso, embora ainda tenhamos tentado parar junto ao mercado mas havia um encontro de motards e a fila naqueles cafés era demasiado grande. Atravessamos a ponte de D. Luís, túnel da Ribeira e subimos a sempre difícil rua dos Mercadores, atravessamos para o largo de S. Domingos, percorremos a rua das Flores e fomos ter ao largo dos Lóios, subindo depois até aos Clérigos pela rua de Trás. 
Chegados à praça Parada Leitão, vulgo Leões, seguimos para a antiga praça do pão que se chama hoje Guilherme Gomes Fernandes, onde paramos numa esplanada para tomar algo, embora alguns tivessem de continuar pois tinham que estar mais cedo em casa.
Depois da paragem foi seguir por Mártires da Liberdade, praça da República, igreja da Lapa e rua Antero de Quental até passar o Jardim de Arca de Água, voltando a atravessar S. Mamede e chegamos à Maia pelas 12h40m.
Foi um passeio mais curto, de cerca de 36 km, em que pedalamos 2h40m mas apanhamos um tempo óptimo e percorremos alguns caminhos pelos quais nunca tínhamos passado, o que é sempre bom.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

12 de Outubro, Domingo

O tempo estava ameaçador mas isso não demoveu 6 ciclistas de fazerem o seu passeio dominical.
A partida foi um pouco depois das 9h e em direcção a Valongo, saindo como habitualmente do centro da Maia, passando por Milheirós, Igreja da Águas Santas, Alto da Maia e Sta Rita. 
Poucos quilómetros após atravessar a cidade de Valongo percebemos que o destino pretendido era a aldeia histórica de Quintandona mas já tínhamos andado 20 km e disseram-nos que ainda faltava outro tanto, achamos que 80 km numa manhã era demais e que íamos chegar tarde para o almoço e por isso mudamos de direcção e assim andamos apenas 78 km e chegamos a casa pelas 14h45m. ;)
Bom, isto correspondeu a uma etapa do Caminho de Santiago, tanto em distância como em relevo, apenas não tivemos o dia todo para a fazer, nem a paragem para o abastecimento retemperador.
Mas o que aconteceu tem explicação, perdemo-nos e fomos avançando no sentido oposto do pretendido, o que só demos conta quando paramos num café para beber. Aí tiramos os mapas do bolso e constatamos que o melhor era ir até Aguiar de Sousa e descer para apanhar a estrada que encontra o rio Douro em Cavadas, depois percorrer a N108 ao longo dele.
Ainda paramos para comer umas laranjas num dos muitos vendedores de fruta que se encontram na
estrada e quando chegamos ao inicio da ciclovia de Gondomar, percorremo-la até ao museu da Imprensa e aí chegados dividimo-nos em 2 grupos, um que foi apanhar o metro, subindo pelo elevador dos Guidais e outro que subiu a circunvalação e veio a pedalar até à Maia.
No total foram mais de 4h30m a pedalar, vários compromissos de almoço quebrados e cerca de 1.235 m acumulados em subidas e 1.204 m em descidas. Uma manhã comprida :)

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Domingo, 5/10

Nada como comemorar o 5 de Outubro com um passeio de bicicleta. O grupo era grande pois apareceram 9 ciclistas, um novo, 
O passeio começou um pouco depois das 9h sem destino certo mas pela zona da Maia, liderados por aqueles que conhecem bem estas paragens.
O tempo estava bom e foi possível pedalar com equipamento de verão, apesar de ser Outubro.
Houve pequenos contratempos, como saídas de correntes ou ajuste de mudança mas nada de especial com excepção de um acidente que vai implicar uma paragem de umas semanas quando numa paragem normal, num trilho, mas com
alguns obstáculos um pé feriu-se num dos dentes do crank fazendo um corte junto ao Calcanhares de Aquiles que obrigou posteriormente a uma ida ao hospital.
Os restantes continuaram o passeio e acabamos de fazer 32 km em pouco mais de 3h mas com algumas paragens,

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Domingo, 28.09

Caiam uma pingas, o que não foi suficiente para impedir a saída de 5 ciclistas para dar uma volta pela Maia.
Devido a um mal entendido, a partida foi apenas pelas 9h30m e o objectivo era fazer alguns trilhos já que no ultimo domingo foi apenas estrada.
O destino inicial foi a capela de Sto António e depois não se saiu da concelho da Maia onde ainda se consegue encontrar muitos trilhos.
Apesar do arranque tardio ainda se percorreram cerca de 35km que por ter muito monte não permitiu médias muito elevadas, acabando por a chegada ser pouco depois do meio-dia.






segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Passeio de Domingo

Este domingo retomamos os passeios em grupo e com a vantagem de terem aparecido dois novos elementos.
Assim aproveitamos uma manhã de sol no meio de tanta chuva e lá fomos passear para os lados do mar, já que a manhã estava quente.
Saímos 6 ciclistas pouco passava das 9h, sem rumo concreto mas que acabou na praia de Mindelo onde paramos para hidratar num café que dizem ter das cervejas melhor tiradas, algo que se impunha comprovar. 
Logo vieram os copos e dado o seu tamanho, de imediato percebemos que o teste estava no bom caminho, o gás era fino e persistente e depois do brinde comprovamos que estava realmente bem fresca, aprovou.
Acabado o convívio e como passavam das 11h, havia que começar a regressar. Se a ida foi
atravessando os campos e caminhos rurais, o regresso foi junto ao mar, passando pelo Castro de S. Paio que como faz parte do Caminho da Costa fomo-nos cruzando com vários peregrinos que iam para Santiago. Chegados perto da refinaria de Leça flectimos em direcção à Maia e como ele fica a mais de 200m acima do nível do mar...
Chegamos a casa antes da 13h e fizemos pouco mais de 42km, a um ritmos de passeio e num percurso maioritariamente plano, numa manhã de sol ainda quente, o que ajudou a que tenha sido um regresso às pedaladas em grupo muito agradável e que esperamos que tenha sido do agrado daqueles que nunca tinha andado connosco.