quinta-feira, 21 de abril de 2016

domingo, dia 17

Estava um bonito dia de sol e talvez por isso, sem grandes combinações apareceram 6 ciclistas para dar uma volta. Compromissos já assumidos obrigavam alguns a estar em casa pelo meio dias mas todos se solidarizaram e voltamos por essa hora.
A partida foi pouco depois das 9h em direcção a Gaia, passamos pelo mosteiro de Leça, subimos a Custóias e seguimos para Monte dos Burgos, passamos a Prelada e seguimos sempre m frente por Oliveira Monteiro, depois de passar Nossa Senhora de Fátima subimos para o Carolina e descemos em direcção à rua de Cedofeita, que percorremos na totalidade.
Atravessamos a Cordoaria e seguimos por Sbento da Vitória até ao miradouro da Vitória, onde paramos um pouco a admirar a vista, depois fizemos o inverso do caminho de Barcelos até ao Infante D. Henrique. Atravessamos o túnel e estavamos em Gaia.
Percorremos a marginal e foi decidido fazer algumas subidas o que aconteceu na rua Serpa Pinto que tem uma inclinação superios a 12%. Chegado ao cimo fomos em direcção à av. da Republica e subimos até à Serra do Pilar (8%), onde também estivemos a apreciar a paisagem.
Descemos até ao tabuleiro de baixo e fizemos a marginal do rio e do mar até à Circunvalação que subimos até ao quartel da Senhora da Hora, local onde viramos para Custóias e voltamos a repetir parte do trajecto, agora em sentido contrário. Neste ultimo troço houve alguns desencontros para que podessemos chegar pouco depois do meio dia.
Foi um passeio não muito grande mas muito agradável.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

dia 03/04, Domingo.

O tempo prometia chuva mas houve quem garantisse que ia andar nem que chovessem pedras e assim apareceram 2 ciclistas dispostos a enfrentar a intempérie. Acontece que não foi preciso pois apenas caiu uma aguaceiro intenso mas não mais que durante 3 min, depois esteve uma agradável manhã para um passeio, embora um pouco fria.
Partimos eram 9h10m e fomos fazer o percurso habitual: cintura interna, ciclovia, cruzamento de Moreira, Pedras Rubras, túnel do aeroporto e Marginal. Depois viemos em direcção ao Porto. Estranhamos ver tão poucos corredores, pensamos que seria o medo da chuva mas ao chegar à refinaria percebemos que ia haver qualquer coisa: policia, estrada fechada, marcações... Quando chegamos ao farol de Leça vimos milhares de pessoas concentradas e que estava a começar mais um evento da RunPorto. 
Atravessamos a ponte de Leça e paramos na praia do Titan para comer alguma coisa e tirar uma selfie :) com a máquina fotográfica e que ficou mais ao menos porque o braço é curto e isto não é gente de grande encostos.
Retomamos pela marginal em direcção à Ribeira e depois foi subir a rua das Flores, rua de Trás, Clérigos e por Mártires da Liberdade chegar à praça da Republica. Subimos a Lapa, passamos Arca de Água, S. Mamede Infesta e depois a subida para a rotunda do Lidador que até me custa a acreditar que tanta gente a faça a mais de 30km/h, mesmo que seja em bicicleta de estrada.
Pelas 12:20m chegamos à Maia e meia hora depois de estar em casa começou a chover tal como estava prometido nas previsões. 
Foram quase 46km em agradável companhia em mais uma manhã de domingo em que houve uma queda, felizmente sem consequência, devido a um desentendimento entre um que seguiu em frente e o outro que achou que ele ia virar.

terça-feira, 29 de março de 2016

Ciclovias do Minho

Algum tempo atrás ficou combinado que íamos fazer uns passeios maiores, usando o dia todo, e o primeiro escolhido foi o Ramal de Monção que tem cerca de 22km, após alguma análise juntamos a este percurso a Ecovia do Minho, o que permitiu um total  de 40km em cada sentido.
A partida foi do Cais da Mota, onde há um albergue dos Caminhos de Santiago, uns quilómetros antes da cidade de Vila Nova de Cerveira.
Como éramos 9 ciclistas, distribuímos-nos por 3 carros que partiram de locais diferentes, por volta das 8h já que o objectivo era estarmos pelas 9h no local de partida e foi isso que aconteceu.
Já íamos equipados mas havia que tirar as bicicletas e preparar a partida, a qual aconteceu pelas 9h30m.
Tal como tínhamos percebido o percurso era bastante plano, apenas com alguma elevação nas cidades de Valença e Monção.
A ecovia está muito bem construída, em placas de cimento, e praticamente sempre junto ao rio, com um pequeno troço em passadiço de madeira.
Andamos sempre a bom ritmo e apenas paramos pouco antes de Valença, na Senhora da Cabeça, onde tomamos café e comemos algo do que levávamos.
Retomamos a viagem e começamos a subir, atravessamos Valença, sem parar, para ir apanhar o antigo ramal da  Monção que está convertido em ciclovia. 
Estas linhas que foram desactivadas e depois adaptadas a ciclovias são sempre bastante bonitas pois atravessam campos e permitem paisagens espectaculares. Devido à sua antiga finalidade e ainda por cima construídas para comboios de vapor, o seu declive nunca passa os 3% mas são maioritariamente planas, o que as torna acessível a quem quiser pedalar ou caminhar.
Encontramos várias pessoas a utilizar estes espaços mas o seu numero não rentabiliza a transformação das estações e apeadeiros em cafés e por isso estão todas fechadas e abandonadas, espero que encontrem uma utilização para elas pois podiam tornar o passeio ainda mais agradável.
Por volta das 12h chegamos a Monção e um pouco antes saímos da ciclovia para descer até junto do rio e da nova ponte que liga à povoação espanhola de Salvaterra de Miño.
Andamos sempre junto ao rio e depois subimos à cidade que todos sabemos ficar dentro do forte, vimos as vistas, compramos amostras :) e fomos para o Parque Termal fazer o nosso piquenique, em termos de comida quase todos levaram sandes mas em termos de bebida já houve algumas diferenças :)
Depois de comer regressamos pelo mesmo caminho e com alguma rapidez pois queríamos tentar evitar a chuva que estava prevista para o fim da tarde, o que conseguimos já que chegamos ao local de partida cerca das 16h.
Acabamos por fazer cerca  de 83km em menos de 5h a pedalar e como levávamos uma câmara, neste link está o vídeo que o pode documentar :).




quarta-feira, 23 de março de 2016

Domingo, despedida do Inverno.

Neste da transição do inverno para a primavera, apareceram 4 ciclistas e como também era dia de Ramos, havia que chegar cedo a casa, para o almoço.
Ainda não eram 9h15 e já pedalávamos em direcção ao mar, passando pelo túnel do aeroporto, com um andamento de passeio e com muita conversa.
Chegados a Lavra começamos a andar para sul e aí o ritmo subiu um pouco, passamos Leça e Matosinhos e pretendíamos subir a ciclovia que começa junto ao Castelo do Queijo e vai pela avenida da Boavista mas era a manhã do prova do Dia do Pai e esse acesso estava cortado pois já estava a decorrer.
Assim continuamos junto ao mar e quando chegamos ao pé do forte da Foz, desviamos para ir até ao farol, onde comemos alguma coisa que levávamos e descansamos um pouco.
A paragem foi curta e retomamos o andamento, agora um pouco mais intenso. Chegamos à Ribeira e começamos a subir para a rua das Flores, depois os Clérigos e pela rua dos Mártires da Liberdade chegamos à praça da Republica e depois a subida da Lapa.
O regresso foi por S. Mamede e pouco passava das 12h quando chegamos a casa, cumprindo o objectivo. 
Acabamos por fazer um bom passeio e relativamente rápido, em que paramos não mais que 15min.

segunda-feira, 14 de março de 2016

13/03/2016, Domingo.

Estava uma manhã esplendorosa de sol, pouco frio e talvez por isso apareceram 8 ciclistas, eram 9h da manhã. Como o João era um deles logo lhe foi dada a iniciativa e o planeado era uma volta grande, maioritariamente por estrada, quiça para prepara o passeio da Páscoa.
Passado uns 10min lá fomos rumo a Vila do Conde pela zona industrial da Maia e pelo interior, até Vilar do Pinheiro onde apanhamos a N13.
Seguimos por esta via até Mindelo e aí voltamos a apanhar a estrada interior, estradões ao lado da A28, em terra e caminhos rurais, sendo em alguns casos necessário "desbravar" alguma erva.
Atravessamos o rio Ave em Retorta, na antiga ponte pedonal, hoje alargada e aqui iniciaram-se 3 percursos diferentes pois ao parar a tirar umas fotos sobre a ponte, perdi-os. O grupo virou para a direita e como nesta altura a média de andamento era superior a 17km/h (são bicicletas de BTT e não estrada), quando cheguei à curva já não os vi. Ainda andei um pouco para lá e para cá a ver se os via mas nada. Optei pela esquerda e eles pela direita. Liguei a dizer que ia continuar e que não se preocupassem pois regressava pela N13 mas o João já tinha andava à minha procura :). Bom, quase percorremos os mesmos caminhos em minutos diferentes e tendo eu decidido que era cedo para regressar e dar uns passeio pela vila que tanto gosto, acabamos por nos encontrar, sem combinar, junto ao forte de S. João. :) quando tirava umas fotos para o Instagram :). Esta zona  habitualmente aos domingos de manhã tem uma grande concentração de motards.
Como passava das 15m das 11h e como a N13 estava com muito movimento, optamos por regressar
pela beira-mar e a usar alguns dos passadiços existentes para abreviar caminho.
Em S. Paio houve as escadas :) que obrigou a carregar a bicicleta mas por outro lado o novo passadiço encurta e facilita o caminho. No seu fim, já em Anjeiras, foi necessário encher um pouco um pneu porque houve um furo, como já está a ser habitual. :) Mais à frente foi necessário voltar a encher mas deu para chegar a casa, sem mudar a câmara.
Regressamos passando pelo túnel do aeroporto, C.C. Mira Maia e casa, onde a chegada foi cerca das 13h, depois de se andar mais de 3h30 sempre a rolar com uma média superior a 16km/h e durante cerca de 60km. Cansado :)

terça-feira, 8 de março de 2016

Trailer dos vídeos do João.

O vídeo completo está na zona dos vídeos deste blog.

domingo, 6 de março de 2016

6 de Março

Eram 9h e já estavam prontos 6 ciclistas para começarem as pedaladas mas como havia um que estava atrasado optou-se para ir ao encontro dele, a Milheirós. Pouco passava das 9h05 e já estávamos a caminho, chegados a casa dele regressamos para ir em direcção ao cruzamento de Nogueira, já que tínhamos o João connosco e já com os planos traçados.
Atravessamos Silva Escuro e entramos em S. Romão do Coronado, já em terras da Trofa e aí fizemos muito monte com algumas tracks difíceis onde chegou a ser necessário levar a bike à mão. Em virtude das ultimas chuvas também encontramos algumas poças mas sem qualquer problema.
O regresso acabou por ser em dois percursos pois alguns vieram para casa via Barca outros por Nogueira, no final houve uma diferença de quase 4 km em cerca de 3h de pedal pois a chegada foi por volta das 12h30.
Foi uma manhã puxada já que os caminhos de monte são muito mais exigentes fisicamente e por isso o cansaço acaba por ser maior em comparação com os mesmos quilómetros em asfalto.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

28/02/2016, Domingo.

Último domingo de Fevereiro. Apesar do tempo dos últimos dias, vários sites meteorológicos
garantiam que o tempo ia estar bom para pedalar. Houve 6 ciclistas que confiaram e que dispuseram em dar uma volta.
Na semana anterior tinha sido combinado que a partida era impreterivelmente às 9h, não foi, mas saímos pouco depois em direcção ao mar, íamos fazer estrada porque a terra estava ensopada.
Fomos em direcção à ponte de Moreira, avenida do Aeroporto e aí viramos à direita pois quisemos atravessar pelo túnel do aeroporto. Depois fomos em direcção ao mar e lá chegados viramos para o Porto e fizemos assim a marginal de Leça e Matosinhos, onde paramos para comer uma barras que levamos. Aí separamos-nos porque eram cerca de 11h e havia que tivesse que estar em casa pelas 11h30. O resto do grupo continuou até à ribeira, sempre pela marginal do mar e depois do rio e continuou até À rotunda do Freixo pois ficou acordado subir a circunvalação até À Areosa que são sempre 7km para treinar as subidas. :)
A meio houve um furo mas como era lento ficou decidido que nas bombas se colocaria ar que daria
para chegar até casa. Fez-se isso mas pouco mais à frente houve necessidade de mudar a câmara de ar.
Depois de chegar à Areosa, viramos para a Maia, passado por Pedrouços, descendo até à Milaneza e regressando por Milheirós, chegando à casa pouco antes das 13h.
Acabamos por andar um pouco mais de 53km mas sempre com boa disposição e muita conversa o que se traduziu numa média aceitável.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Domingo, 21 de Fevereiro

Após uma paragem de 3 semanas em virtude do mau tempo, nesta manhã de domingo apareceram 7 ciclistas, havendo a assinalar uma estreia :)
O tempo estava bom para um passeio e cerca das 9h10 começamos a pedalar, como estava o João já tínhamos guia pois ele consegue sempre surpreender-nos. 
Descemos a rua do Chantre até à Estalagem da Via Norte e atravessamos para o outro lado pelo túnel  que interliga as bombas de gasolina da BP, onde as bicicletas passam sem grande margem. Já do outro lado iniciamos um caminho em terra que nos leva a atravessar o rio Leça num pontão meio destruído pelas cheias e onde era possível ver as marcas deixadas pelo lixo que o rio trouxe e que ficou dependurado nos arbustos das margens.

Do outro lado, continuamos para o Araújo para vêr a ponte medieval de D. Goimil, bem recuperada, assim como o marco de separação de freguesias que lá está. Regressamos à estrada e fomos apanhar a linha de caminho de ferro para Leixões, onde no local do antigo apeadeiro que tomou o nome da ponte medieval que existe ao lado e que se designa por Ponte do Carro e onde actualmente existe um parque de lazer. Também nesta zona foi possível ver algumas das azenhas e respectivas mós que proliferavam nas margens do Leça.
Saímos da linha de comboio e através de caminhos florestais chegamos à zona do Mar Shopping e daí
seguimos para o farol de Leça. Junto ao mar viramos para norte até chegarmos a Angeiras onde fizemos uma pequena paragem para comer o que trazíamos, já que a seguir íamos para nascente, de regresso a casa.
Passamos pelo remodelado túnel do aeroporto e fomos ter ao cc Miramaia. Subimos até à zona industrial e chegamos à câmara da Maia pelas 12h20, onde nos despedimos. 
Foi um bom passeio com passagens por locais novos, andamos 38,3 km mas se todos conhecemos o conceito de Sensação Térmica em
que o nosso corpo tem uma percepção de calor diferente do calor medido em virtude de factores como a humidade ou velocidade do vento, o João conseguiu inventar a Sensação Quilométrica já que em virtude dos caminhos escolhidos, subidas encontradas e ritmos de pedalada, estes 38km deram um cansaço de 60km :) :) mas isso para mim, já que ele faz um esforço para andar devagar.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Domingo, 31 de janeiro.

A manhã estava instável mas houve quem garantisse que não ia chover e acreditamos, já que para justificar o andar de bicicleta não nos importamos de ser enganados :), assim apareceram 2 ciclistas que pelas 9h15m começaram a pedalar.
O objectivo era uma volta curta porque por um lado precisava de chegar cedo e por outro o tempo estava a chuviscar. Assim apontamos à N14 em direcção aos semáforos da Carriça, onde viramos para Folgosa e foi nesta estrada que encontramos um ciclista a mudar uma câmara-de-ar mas com a bomba avariada. Depois de o ajudarmos continuamos até encontrar a estrada Porto-Sto Tirso que fizemos até Ermesinde, chegados aos semáforos onde habitualmente viramos para Milheirós e como ainda era cedo continuamos para a Areosa, pela D. Afonso Henriques.
Uma vez lá e como ainda eram 11h, resolvemos descer até ao Freixo, normalmente subimos :), chegados lá fomos em direcção à Ribeira onde paramos 10m para comer algo do que levamos. Eram quase 12h e tínhamos que iniciar o regresso, subimos a rua das Flores, largo dos Lóios e voltamos a subir, só que a rua dos Clérigos. 
Nos Leões fomos apanhar a rua Mártires da Liberdade, praça da República, Subimos a Lapa, passamos Arca de Água, Amial, S. Mamede e por fim toda a subida desde a Ponte da Pedra até à rotunda do Lavrador, onde chegamos pelas 12h30 e onde nos separamos.

Como uma das bicicletas tinha a zona onde o espigão fixa ao quadro soldada, andamos atentos a ela mas foi a outra que acabou por se desconjuntar :(. A sorte foi que estava quase a chegar a casa quando se desencaixou a peça que liga o quadro à escora, tendo sido necessário levar a bicicleta à mão e logo esta semana que não vai ser possível levá-la ao mecânico.