segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Domingo, 14 de Janeiro.

Após um longo interregno, com alguns passeios que aqui não foram comentados, voltamos a animar este blog.
Foi combinado que hoje ia ser realizado um passeio, calmo porque estávamos "perros", independentemente do estado do tempo.
Será o primeiro deste ano e a intenção é que voltemos a ter alguma regularidade.
Às 9h apareceram dois ciclistas, um deles a dizer que só ia chover ao meio-dia, informação que se revelou muito imprecisa pois já era quase 12:05 quando as bátegas começaram a cair.
Antes de sair combinamos que íamos até ao mar, mais plano e tranquilo. Resolvemos sair em direcção à ciclovia que percorremos até à antiga estação e depois
descemos para a EN13 e fomos para a zona da ponte de Moreira. Daí subimos para a estrada do aeroporto e contornamos este com o intuito de chegarmos até ao mar.
Percorremos a costa de Matosinhos, atravessamos a ponte móvel e fizemos uma paragem junto ao bar Titan para comer uma barra de cereais. Retomamos em direcção ao Porto, sempre num ritmos lento e com muita conversa. 
Na zona da Ribeira paramos novamente para decidir o regresso e ficou acordado subir Mouzinho da Silveira, Aliados, Trindade e Faria Guimarães até à rua da Constituição e daí passar a Antero de Quental, Arca de Água, S. Mamede Infesta e casa, onde chegamos antes as 13h, nesta parte final apanhamos alguma chuva. mas por pouco tempo e com pouca intensidade.
Foi um bom passeio de cerca de 40km, calmo e que duram um pouco mais de 3h.

sábado, 21 de outubro de 2017

Domingo, dia 15 de Outubro


Após um longo interregno foi possivel reunir 3 ciclistas para dar um passeio pelas cidades.

Saimos da Maia depois de esperarmos um pouco pela chegada de um colega e saímos em direcção a S. Mamede, pois o objectivo era chegar à Areosa e descer pena N12 até ao Freixo. Chegados lá fizemos a marginal de rio e de mar até à praia de Matosinhos onde paramos alguns minutos para comer uma barrita. Retomamos om percurso pela beira mar e após passarmos a Petrogal, uma vez chegados ao restaurante o Rochedo, começamos a subida para a avenida do aeroorto.













Chegados a Moreira continuamos para casa subindo pela zona do Outeiro mas junto ao ecocaminho, paramos na fonte para beber e seguidamente houve uma separação do grupo, pois já passava das 13h e havia necessidade de chegar a casa.

segunda-feira, 20 de março de 2017

1,5 metros (distância que pode separar a vida da morte)

 
P.f. divulga.

Domingo, 12 de Março

Manhã agradável, apareceram 4 ciclistas e pelas 9h10m iniciamos o passeio. Ainda tínhamos andado menos de 2km e recebemos um telefonema perguntando se ainda dava tempo para se juntar a nós um quinto ciclista. 
Esperamos algum tempo e lá retomamos a nossa volta que implicava um passeio até ao mar e lá fomos ter com ele a Labruge, onde paramos alguns minutos para restabelecermos com alguma energia, comendo umas barras de cereais. 
Depois pedalamos pela marginal até ao Porto e uma vez chegados à Ribeira voltamos a parar para nos reagrupar e iniciamos o caminho de regresso, pela rua das Flores.
Em Antero de Quental um voltou para trás para apanhar boleia da família e os outros foram-se desagrupando porque estava a ficar tarde para chegar a casa, já estávamos a ver que estavam-se a aproximar as 13h
Fizemos mais km que o habitual mas foi uma manhã bem passada.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

19 de Fevereiro, Domingo


Há muito tempo que não andávamos juntos, foi lançado o repto e apareceram 4 ciclistas dispostos a retomarem os passeios dominicais, depois de uma longa paragem pois foi a primeira de 2017. 

A manhã estava solarenga e com uma temperatura amena, esperamos até às 9h20m por mais um elemento que disse que ia aparecer. Ligámos e como não houve resposta, pelo visto adormeceu, começamos o passeio com o propósito de ir até à praia. 
Partimos em direcção à ciclovia que percorremos na totalidade e subimos para a zona industrial pela rua ao lado do Leroy, atravessamos a zona industrial e descemos para a rotunda das Guardeiras pela rua Ulrich. 
Atravessamos a nacional 13 e seguimos para Pedras Rubras, onde após a estação, descemos para o túnel do aeroporto e seguimos para a praia de Lavra. Aí decidimos voltar à esquerda, em direcção ao Porto. 
Atravessamos Leça da Palmeira, subimos à ponte móvel e atravessamos Matosinhos. Chegamos à rotunda da anémona eram 10:45m, tinha passado uma hora e meia e por isso decidimos continuar em direcção à Ribeira, sempre pela beira-mar. Nesta parte do percurso fomos encontrando vento pela frente o que foi mais um obstáculo ao andamento. 
Em frente à igreja de S. Francisco paramos um pouco, já cansados, para comer umas barras que levamos, retomamos o andamento pela rua Mouzinho da Silveira e depois, Flores. 
Chegados ao largo dos Lóios, subimos em direcção ao Clérigos pela rua de Trás, atravessamos os Leões e fomos apanhar a rua Mártires da Liberdade que nos levou à praça da Republica. Subimos à Lapa e quase a chegar a Damião de Góis, um dos elementos resolveu regressar ao Fluvial para se encontrar com a família, os restantes continuaram até ao Amial passando por Arca de Água, 
Continuamos por S. Mamede e já na Ponte da Pedra outro se dirigiu a Milheirós, continuando os dois restantes até à Maia, onde chegamos pelas 12:10m
Vimos depois que andamos cerca de 48km em menos de 3h o que deu uma média de cerca de 18km/h, o que não foi nada mau para quem não andava há muito tempo, tanto que a máquina fotográfica descarregou e por isso não há fotos.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Notícia

Quem nunca se enganou que atire a primeira pedra :-):-)... Mas 500km...:-):-)
https://sol.sapo.pt/artigo/545764/homem-pedala-500-km-para-ir-a-casa-mas-ia-na-direcao-errada

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

DOMINGO, 18 de Dezembro


Era o fim de semana antes do Natal e por isso não podia de deixar de haver pedalada pois a época que se avizinha é complicada :). Apareceram 4 ciclista, tendo um deles posto fim a uma longa paragem devido a uma tendinite e por essa razão ainda melhor foi o passeio.

Saímos da Maia pelas 9h15m e fomos em direcção à Areosa passando por Mamede, depois seguimos para o parque Oriental, na zona de Campanhã mas antes ainda tivemos que contornar o local onde está instalada agora a feira da Vândoma que fica actualmente junto ao Mercado Abastecedor.
Subimos até ao cimo do parque pela estrada que o contorna, tiramos umas fotos da fista que temos
dali e depois descemos pelo seu interior e chegamos à estrada da Circunvalação que descemos até à rotunda do Freixo.
Seguimos pela beira rio até à praça do Cálem, atravessamos o parque da Pasteleira e fomos à procura das antigas linhas de caminho de ferro que passavam nesta zona da cidade. Chegamos à praça de Liège onde vimos um antigo farol e depois fomos pela rua do túnel até ao fim da antiga linha já na rua de Gondarém.

Seguimos pela marginal até Matosinhos onde vimos a antiga linha usada para trazer a pedra para a construção do porto de Leixões mas antes passamos pela Anémona para tirar uma selfie desde o centro.


O regresso a casa foi por Sta Cruz do Bispo e Mosteiro de Leça do Balío, tendo chegado a casa cerca das 12h30m.

Desta vez o João foi mais comedido e o passeio embora compridito foi acessível mesmo para o elemento regressado que apesar de tudo mostrou que não perdeu a boa forma física e apto a "atacar" a quadra que se avizinha.



quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Domingo, 27 de Novembro.


Apareceram 3 ciclistas para o passeio da manhã. Saímos pelas 9h20m com a intenção de chegar ao mar e aproveitar o sol da manhã.

Fomos apanhar a ciclovia da Maia, seguimos para as Guardeiras, Vila Nova da Telha, contornamos o aeroporto e chegamos a Lavra.
Viramos para o Porto e passamos Angeiras e Leça da Palmeira, onde paramos uns minutos. Retomamos o passeio, atravessamos a ponte móvel e fizemos toda a marginal de Matosinhos e Porto até à Ribeira onde paramos para comer as barras de cereais.
Voltamos às bicicletas, 10 minutos antes do meio-dia, com o propósito de subir a Circunvalação desde o Freixo, algo que foi feito a velocidades bem diferentes pois estes últimos 10km custaram-me bastante, tal como se pode ver neste post e que originou chegadas em horas bem diferentes ao destino e que fez com que chegasse pelas 13h30, eu e o desgraçado :) que se solidarizou comigo.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Domingo, 13 de Novembro


Este domingo havia um "pré-acordo": continuar a subida a alguns "mecos" começada no fim de semana passado, algo que antecipava esforço.

A manhã estava boa, quente, e apareceram 5 ciclistas dispostos a dar essa volta, ainda esperamos até às 9h25m pelo sexto mas acabou por ficar para a segunda equipa que se formou para uma volta com o objectivo de retomar andamentos e que partia pelas 10h.
Saímos em direcção a Ermesinde pois o objectivo era subir até ao marco geodésico de Valongo, algo que foi fácil para a maioria mas que custou bastante a outros :) A inclinação do trilho foi aumentando até chegar aos 17% mas parecia plano para eles, no entanto originou longas caminhadas para mim:) e permitiu-me tomar consciência que devia era estar na volta das 10. :)
Depois de chegar de rastos ao marco enquanto os outros davam voltas para queimar tempo, lá tiramos a foto e fomos em direcção ao marco geodésico seguinte, o de S. Miguel-o-Anjo.
Aqui houve lugar a outra subida que eu evitei fazer mas lá me convenceram porque haveria um trilho lá por cima que iríamos fazer, Embora tivesse sofrido uma cãibra lá cheguei ao pé deles para nova fotografia e acabamos por regressar à estrada pois não havia trilho nenhum (gente malévola :)). 
Metemos-nos pelo monte em direcção a Folgosa, passamos depois perto da Bial e lá regressamos a casa, um mais cansado que todos os outros, já perto das 13h.
Foi uma manhã com 3h a pedalar cerca de 40km mas com muito monte, o que aumenta bastante o grau de dificuldade.
Entretanto o outro passeio também tem registo.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Domingo, 6 de Novembro



Neste 1º domingo acertado para a hora de inverno compareceram pontualmente 3+2 ciclistas, +/- dispostos, a aproveitar o céu limpo para observar a belas vistas panorâmicas que se apresentam nos arredores pelo que se anuncia de imediato a intenção de rumar a Vilar de Luz para alcançar o respetivo posto (meco) de observação.
Dada a partida, voluntariosa mas não imperiosa, eis que um dos elementos decide rumar a outras vistas quiçá com horizontes mais “esplanados” consolidando-se a comitiva a 4 ciclistas.
De modo a alcançar-se o referido meco pela via mais suave, usaram-se acessos mais ou menos lisos, livres de trânsito e declive gradual o que consequentemente prolongou o tempo de deslocação até se obter estas vistas:

 
Consoladas as vistas, e porque havia sede de trilhos, inicia-se a descida rumo e ao longo do vale em direção a Covelas e tendo-se rapidamente alcançado a capela de S. Gonçalo decide-se rumar na direção de S. Pantaleão. No entanto, e perante a inexistência de viadutos, para transpor os desníveis que se nos apresentavam decidiu-se, assim que transposta a via-férrea em Portela, tirar azimutes pelos trilhos que nos permitiram atravessar os montes e vales anteriormente observados.
Aqui chegados, e porque ainda restava tempo, enfrenta-se a última subida até às imediações do parque de S. Pedro de Avioso não sem antes, e sempre por trilhos, atravessar a N 14 e o vale na zona do Muro.


Sendo que o restante caminho rumo a casa, por usual e, do conhecimento dos leitores/pedaladores habituais, se resume a um exercício de revisitação.